Como escolher o melhor plano de saúde?

Publicado em 15 de abril de 2020

A escolha de um plano de saúde é algo que pode causar diversas dúvidas. Afinal, os contratos podem ter mensalidades altas e, normalmente, descrevem uma série de característicasEm uma emergência, a última coisa que você quer é descobrir que o seu plano não cobre o procedimento que você precisa, não é mesmo? 

Para além da cobertura, há diversas questões burocráticas relacionadas ao processo de contratação. Nesse momento, surgem várias dúvidas: familiar, coletivo ou individual? O que é o período de carência? Com coparticipação ou sem coparticipação? Eu realmente preciso de um plano de saúde? 

Se você quer conhecer a resposta para essas perguntas, continue lendo este texto. 

Como funciona a cobertura de um plano de saúde? 

As coberturas de plano de saúde podem variar muito de acordo com a seguradora e os diferentes pacotes. Há modalidades que oferecem só atendimentos de urgência e emergência, enquanto outros pacotes incluem apenas consultas e exames. A Associação Nacional de Saúde Suplementar (ANS) define uma cobertura mínima para cada tipo de plano. 

A abrangência de serviços é um dos principais fatores para determinar a tarifa do plano. Por isso, verifique se todos os serviços que você precisa estão inclusos. Por exemplo, se você precisa fazer exames frequentes devido a uma doença crônica, como diabetes, é importante que ele esteja dentro da cobertura do seu plano. 

Porém, se você não precisa de serviços como cobertura odontológica e consultas com psicólogos, nutricionistas e outros especialistas, é possível escolher um plano mais barato que não os inclua.  

Outro fator que influencia é a área de cobertura. Há planos locais que só tem convênio com instituições da cidade ou do estado. Instituições maiores possuem opções com cobertura nacional, ideais para quem viaja com muita frequência. Planos com maior cobertura geográfica possuem uma mensalidade maior. 

Cinco alfinetes sobre um mapa do Brasil.

Legenda: Caso você não viaje com muita frequência, escolher um plano com cobertura municipal pode te ajudar a economizar bastante.

O que é carência? 

O período de carência é o tempo entre você contratar um plano e poder usar os serviços. Esse tipo de informação está presente no contrato e pode variar de empresa para empresa. De acordo com a ANS, os prazos máximos são: 

  • Casos de urgência (acidentes pessoais ou complicações na gestação) e emergência (risco de vida ou lesões irreparáveis): 24 horas. 
  • Partos que não sejam prematuros ou relacionados a complicações na gravidez: 300 dias. 
  • Demais serviços (como consultas, exames, cirurgias agendadas, entre outros): 180 dias. 

Por isso, dependendo da necessidade que você tem de realizar determinado procedimento, um período de carência reduzido pode ser decisivo na sua escolha. 

Quais as diferenças entre planos de saúde individuais, familiares ou coletivos? 

A principal diferença entre planos de saúde individual/familiar e o coletivo é o tipo de responsável pelo contrato. Em planos individuais e familiares, o contrato é entre uma pessoa física e uma operadora de serviços, sendo que os serviços podem ser usados pelo titular do plano ou, no caso do familiar, as pessoas da sua família que estão cobertas. 

No caso de planos coletivos, há dois tipos: 

  • plano coletivo empresarial: o beneficiário tem vínculo de emprego com a empresa que contratou o plano; 
  • coletivo por adesão: nesse caso, as pessoas que podem usar o benefício têm outros tipos de vínculo com a pessoa jurídica que contratou o plano, como sindicatos, associações e outros tipos de organização setorial ou de classe. 

Normalmente, os dependentes que podem ser inclusos em planos de saúde familiar ou empresarial são pais, filhos e cônjuges. 

Montagem com três imagens para ilustrar a ideia de tipos de plano de saúde. Na primeira, há quatro jovens com roupas formais em uma empresa. Na segunda, há um homem adulto. Na terceira, há uma família com 5 pessoas.

Legenda: A escolha entre um plano coletivo, familiar ou um empresarial pode influenciar também na carência e na cobrança de coparticipação. Fique atento e compare!

Devo escolher um plano com coparticipação ou sem coparticipação? 

A coparticipação é mais um fator que afeta diretamente no custo do plano. Quando há coparticipação, o beneficiário do plano de saúde paga uma franquia pela realização de determinados procedimentos que estão dentro da cobertura do plano. Caso não haja coparticipação, todos procedimentos cobertos pelo plano podem ser realizados sem a cobrança de franquia. 

Pela ANS, há mais de 250 procedimentos que são isentos de cobrança de franquia em planos com coparticipação. Alguns exemplos são: tratamentos crônicos (como hemodiálise e hemoterapia), quimioterapia e exames de pré-natal. 

As primeiras 4 consultas do ano com médicos generalistas (pediatra, clínico geral, médico(a) da família, geriatra ou ginecologista) não podem ser cobradas. Já alguns exames preventivos, como testes de HIV e sífilis, podem ser realizados uma vez ao ano sem custo.  

No caso de idosos, também há gratuidade para diversos exames que passam a ser necessários com o passar do tempo, como: sangue oculto nas fezes, glicemia, lipidiograma e colonoscopia. 

O valor máximo da cobrança não pode ultrapassar o valor da mensalidade do plano. Consequentemente, durante o período do ano, o total cobrado também não deve passar do valor das 12 mensalidades. O percentual pago por cada procedimento pode variar de acordo com o contrato, com um limite de 40% do valor cheio. 

No caso de planos de saúde coletivos empresariais, é importante lembrar que a franquia não é paga pelo usuário diretamente ao fornecedor. A operadora emite uma fatura e a empresa repassa para o colaborador por meio do contracheque. 

Eu realmente preciso de um plano de saúde? 

Após ler sobre todos esses detalhes, você pode estar se perguntando se um plano de saúde é realmente necessário. Afinal, as cobranças periódicas podem pesar no seu orçamento e, muitas das vezes, você nem chega a usar todos os serviços oferecidos.  

Há diversas formas de ter acesso a serviços de saúde de qualidade sem recorrer a um plano. Conforme apresentado no post, é preciso ficar atento a diversos pontos no contrato e nas cobranças feitas pela prestadora de serviços.  

Antes de fazer a escolha por um plano de saúde, procure saber sobre outros serviços que oferecem saúde de maneira acessível e com qualidade. Que tal começar a sua pesquisa conhecendo as soluções da Multimed? 

Já oferecemos pacotes para indivíduos, famílias e empresas que contam com desconto em consultas, exames e medicamentos. Tudo isso com apenas uma cobrança anual que pode ser dividida em 12x.  

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